A SAPECAS- Sociedade dos poetas, escritores, compositores e artistas de Sertânia estará promovendo nesta terça-feira, dia 20 de maio,a EXPOESIA-Exposição Poética de Sertânia,que
Será realizada no auditório Waldemar Cordeiro, da Escola Olavo Bilac, durante o dia, das 8 as 17 horas e encerrá no Ponto de cultura,no armazém das artes, a partir das 20horas.
A EXPOESIA constará de pequenas palestras com escritores sertanienses em rodas de leituras ao ar livre, declamação de poesias de sua s autorias por parte de poetas veteranos , jovens e iniciantes, Além de exposições dos poemas dos mesmos.O objetivo é congregar os poetas das mais diversas gerações, abrir espaço para novos talentos e levar o público estudantil , a juventude E os educadores a terem um contato mais efetivo com a poesia.Haverá ainda momentos musicais com cantores, compositores e músicos.No encerramento , a noite, haverá música e poesia da terra com Antônio Amaral e Josessandro Andrade, num show caprichado.
O Evento será uma forma de apresentar a entidade a sociedade local e da região do Moxotó.Nesta sexta feira, os seus fundadores Josessandro Andrade, Ricardo Mariano,Zé
Luiz Cavalcanti, Edvanildo Nunes,Gabriel Oscar, Gilmarques Andrade e Derivaldo Santana, estraão na rádio Sertânia FM , no programa Debate Aberto, as 11 horas, falando sobre a EXPOESIAS e a SAPECAS. A EXPOESIAS está inserida na programação do aniversário de Sertânia, organizada pela prefeitura sertaniense.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
ANIVERSÁRIO DE SERTÃNIA
No dia 24 de maio Sertânia completa mais um aniversário resolvemos reeditar um texto especial sobre a cultura e os artistas da cidade prá entrar nesse clima.Além de colaborar com alunos e professores em suas pesquisas.
SERTÂNIA - BERÇO DE ARTISTAS
SERTÂNIA – BERÇO DE ARTISTAS
- Princesa do Moxotó é uma cidade multicultural -
por Josessandro Andrade
Especial para o BLOG
Nos anos 50, 60 e 70 – a Orquestra Marajoara do Genial Maestro Francisquinho funcionou como Usina Musical para Sertânia e região. Por lá passaram o então garoto Flávio José, A jovem Maria da Paz (Paizinha), o consagrado Claudionor Germano e mais tarde, o hoje forrozeiro Mazinho de Arcoverde, sem esquecer dos Sertanienses José Cláudio (já falecido), Hamilton Rodrigues e Luiz Wilson.
O mitológico (nas palavras de Alberto da Cunha Melo) Francisquinho, um compositor especialista na categoria frevo-de-rua (com dezenas deles gravados pelas grandes orquestras nacionais), de samba, valsa, tangos e boleros, era um grande regente, levando com seu irmão Demétrio, a Marajoara aos grandes Clubes do Nordeste: Recife, João Pessoa, Natal, Maceió, Fortaleza. Formou grandes músicos e ótimos intérpretes. Por suas mãos passaram também cantores locais como Cristina Amaral, Andrade de Sertânia (Jacildo), Roberto Lopes (Bel), Hugo Araújo (seu filho), Charuto e Djalma Siqueira com CDs gravados e carreiras sólidas, músicos compositores como Gripa de Sertânia, Walter Amaral, Walmar, Jairo Araújo, Antonio Amaral e Anacleto Carvalho e músicos como Apriginho, Abelardo Tirbutino, Teixeira, Deodato, Jarbas Humberto, além dos filhos de Luiz Pintô que depois fizeram carreira em São Paulo: Lailton Araújo, Luisinho Salvador, Wanderley Araújo, Lailton Santos e Natércio Araújo.Merece registro ainda o trabalho de compositor de Wilson Freire,parceiro do brincante Antônio Carlos Nóbrega.
Sertânia tem ainda artistas como Adilson Medeiros, Banda Moxotó, Luiz Wilson, Chico Arruda, Daniel Medeiros, César Amaral, Heuris Tavares, Nico Batista, Dodó, Keby Pena, André Brasiliano, Calu Vital, Adriana Neves, Jailson Santana, Maria Helena, Toriño Paes, Jairo Novinho, Reginaldo Siqueira e muito mais...
- Princesa do Moxotó é uma cidade multicultural -
por Josessandro Andrade
Especial para o BLOG
Nos anos 50, 60 e 70 – a Orquestra Marajoara do Genial Maestro Francisquinho funcionou como Usina Musical para Sertânia e região. Por lá passaram o então garoto Flávio José, A jovem Maria da Paz (Paizinha), o consagrado Claudionor Germano e mais tarde, o hoje forrozeiro Mazinho de Arcoverde, sem esquecer dos Sertanienses José Cláudio (já falecido), Hamilton Rodrigues e Luiz Wilson.
O mitológico (nas palavras de Alberto da Cunha Melo) Francisquinho, um compositor especialista na categoria frevo-de-rua (com dezenas deles gravados pelas grandes orquestras nacionais), de samba, valsa, tangos e boleros, era um grande regente, levando com seu irmão Demétrio, a Marajoara aos grandes Clubes do Nordeste: Recife, João Pessoa, Natal, Maceió, Fortaleza. Formou grandes músicos e ótimos intérpretes. Por suas mãos passaram também cantores locais como Cristina Amaral, Andrade de Sertânia (Jacildo), Roberto Lopes (Bel), Hugo Araújo (seu filho), Charuto e Djalma Siqueira com CDs gravados e carreiras sólidas, músicos compositores como Gripa de Sertânia, Walter Amaral, Walmar, Jairo Araújo, Antonio Amaral e Anacleto Carvalho e músicos como Apriginho, Abelardo Tirbutino, Teixeira, Deodato, Jarbas Humberto, além dos filhos de Luiz Pintô que depois fizeram carreira em São Paulo: Lailton Araújo, Luisinho Salvador, Wanderley Araújo, Lailton Santos e Natércio Araújo.Merece registro ainda o trabalho de compositor de Wilson Freire,parceiro do brincante Antônio Carlos Nóbrega.
Sertânia tem ainda artistas como Adilson Medeiros, Banda Moxotó, Luiz Wilson, Chico Arruda, Daniel Medeiros, César Amaral, Heuris Tavares, Nico Batista, Dodó, Keby Pena, André Brasiliano, Calu Vital, Adriana Neves, Jailson Santana, Maria Helena, Toriño Paes, Jairo Novinho, Reginaldo Siqueira e muito mais...
CIDADE DE POETAS
CIDADE DE POETAS E ESCRITORES
Sertânia possui uma pluralidade poética considerável. Tem Ulysses Lins de Albuquerque, escritor e poeta com mais de uma dezena de livros publicados, que foi da APL – Academia Pernambucana de Letras. Tem Alcides Lopes de Siqueira, poeta que foi, juntamente com Ariano Suassuna, fundador do Movimento Armorial. Tem Waldemar Cordeiro, o poeta de Siboney, ¨cuja musa está incorporada à mitologia poética do Nordeste¨, segundo o escritor Alberto da Cunha Melo. Tem Corsino de Brito, poeta que, ao lado de Solano Trindade, participou da Causa Negra em Pernambuco e hoje mora em Copacabana, no Rio de Janeiro, circulando nos meios literários mais prestigiados.
Há ainda o premiadíssimo poeta, artista plástico e dramaturgo Marcos Cordeiro, Mozart Lopes de Siqueira que escreveu poemas até em Francês, Luiz Carlos Monteiro, Crítico Literário da Revista Continente Multicultural e poeta, além da poetisa Ada Siqueira, ex-Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, o multiartista Wilson Freire (Bida), o irreverente Jairo Araújo, a genialidade louca de Zé Carneiro, o introspectivo poeta Carlos Celso, o excêntrico Hamilton Rodrigues e o internacional Antonio Virgílio de Andrade, desconhecido aqui em Sertânia.Há ainda a geração Cabeça de rato.
Sertânia foi também morada que acolheu o Rei dos Cantadores Pinto do Monteiro (que morou na Rua dos Guararapes) e o repentista Gato Velho. Nela tiveram suas raizes os poetas populares Zito Siqueira, Gato Novo, Manoel Soares, Fernando Leal, Duval Brito Walmar, bem como o pesquisador Ésio Rafael – o Grapiúna.
A Prosa se faz presente na literatura sertaniense através do já citado Ulysses Lins, do Romancista e Ensaista Fernando Patriota e Marcelino Freire – um escritor de projeção nacional, considerado a mais nova revelação dos contistas brasileiros. No mais, merecem menção,a escritora de literatura infantil Vanusa Silva, o economista e desportista Genival Ferreira,o médico pesquisador social Antônio José de Siqueira(Cheriño), O sociólogo Wellington Santana e o seu irmão pe.Airton Freire, os pesquisadores da História Sertaniente Luiz Dodô, Raimundo Laet Cavalcanti (Mundico) e Zé do Museu, este último autor de feitos incomparáveis, como escrever história, cordel , tocar sanfona e ter seu regional, montar uma banda de pífano, um grupo de bacamarteiros, construir um museu, fabricar vinho e cachaça de cabeça, plantados no seu quintal.
Sertânia possui uma pluralidade poética considerável. Tem Ulysses Lins de Albuquerque, escritor e poeta com mais de uma dezena de livros publicados, que foi da APL – Academia Pernambucana de Letras. Tem Alcides Lopes de Siqueira, poeta que foi, juntamente com Ariano Suassuna, fundador do Movimento Armorial. Tem Waldemar Cordeiro, o poeta de Siboney, ¨cuja musa está incorporada à mitologia poética do Nordeste¨, segundo o escritor Alberto da Cunha Melo. Tem Corsino de Brito, poeta que, ao lado de Solano Trindade, participou da Causa Negra em Pernambuco e hoje mora em Copacabana, no Rio de Janeiro, circulando nos meios literários mais prestigiados.
Há ainda o premiadíssimo poeta, artista plástico e dramaturgo Marcos Cordeiro, Mozart Lopes de Siqueira que escreveu poemas até em Francês, Luiz Carlos Monteiro, Crítico Literário da Revista Continente Multicultural e poeta, além da poetisa Ada Siqueira, ex-Presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, o multiartista Wilson Freire (Bida), o irreverente Jairo Araújo, a genialidade louca de Zé Carneiro, o introspectivo poeta Carlos Celso, o excêntrico Hamilton Rodrigues e o internacional Antonio Virgílio de Andrade, desconhecido aqui em Sertânia.Há ainda a geração Cabeça de rato.
Sertânia foi também morada que acolheu o Rei dos Cantadores Pinto do Monteiro (que morou na Rua dos Guararapes) e o repentista Gato Velho. Nela tiveram suas raizes os poetas populares Zito Siqueira, Gato Novo, Manoel Soares, Fernando Leal, Duval Brito Walmar, bem como o pesquisador Ésio Rafael – o Grapiúna.
A Prosa se faz presente na literatura sertaniense através do já citado Ulysses Lins, do Romancista e Ensaista Fernando Patriota e Marcelino Freire – um escritor de projeção nacional, considerado a mais nova revelação dos contistas brasileiros. No mais, merecem menção,a escritora de literatura infantil Vanusa Silva, o economista e desportista Genival Ferreira,o médico pesquisador social Antônio José de Siqueira(Cheriño), O sociólogo Wellington Santana e o seu irmão pe.Airton Freire, os pesquisadores da História Sertaniente Luiz Dodô, Raimundo Laet Cavalcanti (Mundico) e Zé do Museu, este último autor de feitos incomparáveis, como escrever história, cordel , tocar sanfona e ter seu regional, montar uma banda de pífano, um grupo de bacamarteiros, construir um museu, fabricar vinho e cachaça de cabeça, plantados no seu quintal.
CELEIRO DO ARTESANATO DO SERTÃO
Sertânia é conhecida lá fora como “Terra das Esculturas Alongadas”, devido as peças de artesanato produzidas em madeira de umburana e de forma alongada e fina, retratando diversas figuras da fauna humana sertaneja, tais como o vaqueiro, o retirante, a rezadeira, entre outros.
As esculturas Sertanienses fazem sucesso em feiras internacionais como a FENNEART (Recife-PE.) e outras Brasil afora. Hoje nossos artesãos exportam peças para Alemanha, França e outros países da Europa. Os principais pontos deste tipo de artesanato são o Alto do Rio Branco, através do ateliê de Marcos Paulo e a Vila da COHAB, através da oficina de Carlos Barbosa. Ambos são pontos de aglomeração de novos artesãos, que surgem na lógica do artesanato, que gera emprego e distribui renda. Há ainda o trabalho do artesão Novinho do corredor de João Pires. Uma figura especial é Biu Aleijadinho: que só possui dois dedos das mãos e faz peças incríveis.
Outros tipos de produção de artesanato podem ser encontrados no Armazém das Artes, no antigo prédio da Rede Ferroviária, iniciativa da Associação dos Artesãos.
Sertânia é conhecida lá fora como “Terra das Esculturas Alongadas”, devido as peças de artesanato produzidas em madeira de umburana e de forma alongada e fina, retratando diversas figuras da fauna humana sertaneja, tais como o vaqueiro, o retirante, a rezadeira, entre outros.
As esculturas Sertanienses fazem sucesso em feiras internacionais como a FENNEART (Recife-PE.) e outras Brasil afora. Hoje nossos artesãos exportam peças para Alemanha, França e outros países da Europa. Os principais pontos deste tipo de artesanato são o Alto do Rio Branco, através do ateliê de Marcos Paulo e a Vila da COHAB, através da oficina de Carlos Barbosa. Ambos são pontos de aglomeração de novos artesãos, que surgem na lógica do artesanato, que gera emprego e distribui renda. Há ainda o trabalho do artesão Novinho do corredor de João Pires. Uma figura especial é Biu Aleijadinho: que só possui dois dedos das mãos e faz peças incríveis.
Outros tipos de produção de artesanato podem ser encontrados no Armazém das Artes, no antigo prédio da Rede Ferroviária, iniciativa da Associação dos Artesãos.
CINEMA,VÍDEO E FOTOGRAFIA
CINEMA E VÍDEO DO MOXOTÓ
O Precursor do Cinema em Sertânia é o cineasta e fotógrafo Djair Freire (filho de Zezinho Juvêncio) que em 1979 realizou o filme “Pinto do Monteiro”, documentário em super-8.
Em 1997, Cruzeiro do Nordeste é palco do filme “Central do Brasil” de Walter Sales. Em 2003, “Árido Movie” tem parte das locações em Rio da Barra e no Feliciano.
Em 2005, André Ferreira dirige e filma em 35 mm., em Sertânia, o documentário “A Botija”. No ano seguinte, Wilson Freire (Bida) monta em Albuquerque-Né, parte do seu filme-documentário “Uma Cruz, Uma História, Uma Estrada”. Convém registrar ainda o vídeo-poético-experimental de Ivon Rabelo “anjo urbano”, baseado na Poesia de Flávio Magalhães, filmado nas principais ruas da cidade.
O Precursor do Cinema em Sertânia é o cineasta e fotógrafo Djair Freire (filho de Zezinho Juvêncio) que em 1979 realizou o filme “Pinto do Monteiro”, documentário em super-8.
Em 1997, Cruzeiro do Nordeste é palco do filme “Central do Brasil” de Walter Sales. Em 2003, “Árido Movie” tem parte das locações em Rio da Barra e no Feliciano.
Em 2005, André Ferreira dirige e filma em 35 mm., em Sertânia, o documentário “A Botija”. No ano seguinte, Wilson Freire (Bida) monta em Albuquerque-Né, parte do seu filme-documentário “Uma Cruz, Uma História, Uma Estrada”. Convém registrar ainda o vídeo-poético-experimental de Ivon Rabelo “anjo urbano”, baseado na Poesia de Flávio Magalhães, filmado nas principais ruas da cidade.
OUTRAS ARTES
O U T R A S A R T E S
Não se poderia esquecer o balé-Elisabeth Freire, premiado em festivais de danças folclóricas internacionais como Curitiba-PR., Teresina-PI., Passo Fundo-RS, que já dançou na ópera de arame e já convidado para a França. E o que dizer de Luiz Freire (filho de Antônio Juvêncio), treze vezes campeão do Bal-masquê em Recife e hoje um carnavalesco de prestígio nacional? De Joacir de Castro, teatrólogo do TPN – Teatro Popular do Nordeste, ex-Diretor do Teatro Santa Isabel e dirigiu gente como José Wilker e Paulo Autran? A Banda de Pífanos da Mata, o Reisado de Bexigolixo e o Grupo de Bacamarteiros são referências folclóricas do lugar.
O Teatro sertaniense destacou-se através dos grupos Grêmio teatral Arthur Azevedo, nos anos 50,coordenado por Waldemar Cordeiro o grupo disparada, na década de 60, coordenado por Ésio Rafael; Teatro de Estudantes de Sertânia, na década de 70; coordenado por Wilson Freire, THAS- Teatro Amador De Sertânia, coordenado por Ivan Senna,Grupo Emídio Neto,coordenado por Esequias Cardoso, ambos nos anos 80; Grupo Mandacaru teatro , nos anos 90, coordenado por Josessandro Andrade e na atualidade sob a direção de Wilton Augusto.Como autores teatrais devemos mencionarWaldemar Cordeiro, Monsenhor Urbano de Carvalho,Wilson Freire, Zito Jr., Marcelino Freire, Josessandro Andrade e Wilton Augusto.
Não se poderia esquecer o balé-Elisabeth Freire, premiado em festivais de danças folclóricas internacionais como Curitiba-PR., Teresina-PI., Passo Fundo-RS, que já dançou na ópera de arame e já convidado para a França. E o que dizer de Luiz Freire (filho de Antônio Juvêncio), treze vezes campeão do Bal-masquê em Recife e hoje um carnavalesco de prestígio nacional? De Joacir de Castro, teatrólogo do TPN – Teatro Popular do Nordeste, ex-Diretor do Teatro Santa Isabel e dirigiu gente como José Wilker e Paulo Autran? A Banda de Pífanos da Mata, o Reisado de Bexigolixo e o Grupo de Bacamarteiros são referências folclóricas do lugar.
O Teatro sertaniense destacou-se através dos grupos Grêmio teatral Arthur Azevedo, nos anos 50,coordenado por Waldemar Cordeiro o grupo disparada, na década de 60, coordenado por Ésio Rafael; Teatro de Estudantes de Sertânia, na década de 70; coordenado por Wilson Freire, THAS- Teatro Amador De Sertânia, coordenado por Ivan Senna,Grupo Emídio Neto,coordenado por Esequias Cardoso, ambos nos anos 80; Grupo Mandacaru teatro , nos anos 90, coordenado por Josessandro Andrade e na atualidade sob a direção de Wilton Augusto.Como autores teatrais devemos mencionarWaldemar Cordeiro, Monsenhor Urbano de Carvalho,Wilson Freire, Zito Jr., Marcelino Freire, Josessandro Andrade e Wilton Augusto.
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